Pronta para dar o gosto ao dedo e passar para o papel tudo o que me ia na cabeça, deparei-me com uma questão fundamental: de que modo escrever a história?

Optei por utilizar um narrador não participante – eu! Sim, seria eu a contar as aventuras dos “Exploradores” e decidi que, mesmo tendo criado as personagens com base nos meus amigos e conhecidos, jamais iria aparecer uma “Marina”.

No entanto, cada um dos Exploradores teria um pouco de mim…

E assim aconteceu: a Joana ficou com os meus avós; a Elsa com o meu irmão e o André com o seu tique nervoso; o Miguel, a Fedra e o Tiago ficaram com o meu cão, o Marty; a Rita com o meu gato, o Freddy; a Patrícia com a mania da música.

O enredo era cada vez maior…

 

publicado por Marina às 23:48