Também baseado em factos bem verdadeiros mas mais em jeito de homenagem, escrevi o capítulo 18, “Bravo, Fedra!”.

Como já referi, a personagem do avô da Joana foi inspirada no meu próprio avô, o avô Serafim: também ele arranjava espingardas; também ele tocava violino.

O avô Serafim foi sem dúvida uma grande inspiração que acabou por ser crucial para o desenvolvimento da história e, naquele capítulo, aproveitei para reviver um pouco da minha infância, em grande parte passada na sua oficina (sempre desarrumada, como mostram as fotos – tiradas já depois da sua morte mas da maneira em que a deixou) e na arrecadação do quintal (que chegou a ser utilizada como sede do meu próprio clube – o “Clube de Fãs dos Duran Duran”, imagine-se!!!).

 

 

 

publicado por Marina às 18:51