Com a história pronta, tinha de ser dado o passo seguinte (o mais difícil): procurar uma editora.

Foram muitas as que contactei durante infindáveis 10 anos. Algumas não me deram qualquer resposta; outras, pouco disseram; uma até abraçou o projeto, mas nada se concretizou.

No entanto, nunca desisti!

Em 2005, dirigi-me à Inspeção Geral das Atividades Culturais e registei o texto, juntamente com as ilustrações que tinha na altura – criação do meu colega e amigo António Lourenço, a quem quero aqui deixar o meu agradecimento – e, em Abril de 2010, depois de novas tentativas falhadas, enviei os três primeiros capítulos para todos os e-mails de editoras que encontrei na Internet.

A sorte estava lançada…

 

publicado por Marina às 23:53