Clube dos Exploradores

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Sábado, 21 / 05 / 11

A música

 

Eu e o meu grupo de amigas sempre tivemos uma música que acompanhou todas as nossas “aventuras”: “Dunas”, dos GNR.

Em todo o lado a cantarolávamos, principalmente quando, mesmo em pleno Inverno, nos deitávamos a desfrutar o sol nas dunas da praia da Foz do Lizandro.

Por esta razão, nada mais lógico do que conferir aos “Exploradores” essa música de eleição.

Assim como eles, também nós a tínhamos gravada, não nos atuais “MP3” mas nos antigos “walkman”, dando preferência à versão incluída no álbum ao vivo, onde o Rui Reininho anuncia antes de a cantar: “Esta música é dedicada a sete rapazes da Avenida de Roma…”

E foram estas palavras, tantas vezes por nós escutadas, que adaptei para a dedicatória que veio a constar no primeiro livro: “Esta história é dedicada a sete raparigas da Ericeira”.

Obrigada amigas!

 

http://youtu.be/_ohyDuEaFJo

 

 

 

publicado por Marina às 16:41
Domingo, 08 / 05 / 11

O título

Estava já a terminar de escrever o primeiro capítulo, quando resolvi que a Joana e a Gi iriam ser os novos e últimos membros a integrar o clube.

Assim foi e por esta razão, uma vez que só no segundo capítulo o clube fica com a sua constituição definitiva, escolhi para a primeira história o título “O Clube dos Exploradores”.

Este nome também porque é a apresentação do clube e a primeira aventura vivida por Miguel, Fedra, Tiago, Rita, Patrícia, André, Elsa e Joana, sem esquecer a Gi e o Marty, claro!

Era o verdadeiro início de “O Clube dos Exploradores”…

 

 

publicado por Marina às 21:15
Sexta-feira, 06 / 05 / 11

Primeiras linhas

 

Foi num quarto deste hotel, onde passava o fim de semana, que na manhã do dia 15 de Abril do ano de 2000 agarrei no “Livro em Branco” que a minha amiga Corália me oferecera, que sempre me acompanhava, e… comecei a escrever:

“- Mãe, mãe, está quase na hora! O lanche já está pronto?

- Ana Fedra! Não grites dessa maneira que o teu irmão está a dormir a sesta – ralhou a mãe com um sorriso, pois sabia o quanto a filha estava excitada.

Fedra entrou de rompante na cozinha, com os seus olhos côr de avelã a brilhar e um sorriso tão grande que a boca quase lhe chegava às orelhas. Até os seus cabelos, todos despenteados, acompanhavam a agitação dos seus alegres treze anos (…)”

Foram assim as primeiras linhas desta aventura, ainda longe de qualquer correção.

O primeiro capítulo chamou-se “Reunião do Clube dos Exploradores”; o título da história, esse ainda estava por decidir…

 

publicado por Marina às 17:17
Quinta-feira, 05 / 05 / 11

O narrador

Pronta para dar o gosto ao dedo e passar para o papel tudo o que me ia na cabeça, deparei-me com uma questão fundamental: de que modo escrever a história?

Optei por utilizar um narrador não participante – eu! Sim, seria eu a contar as aventuras dos “Exploradores” e decidi que, mesmo tendo criado as personagens com base nos meus amigos e conhecidos, jamais iria aparecer uma “Marina”.

No entanto, cada um dos Exploradores teria um pouco de mim…

E assim aconteceu: a Joana ficou com os meus avós; a Elsa com o meu irmão e o André com o seu tique nervoso; o Miguel, a Fedra e o Tiago ficaram com o meu cão, o Marty; a Rita com o meu gato, o Freddy; a Patrícia com a mania da música.

O enredo era cada vez maior…

 

publicado por Marina às 23:48
Quarta-feira, 04 / 05 / 11

Familiares, amigos e vilões

 

Foi neste espaço (Restaurante “Sal Poente” em Aveiro) que a ideia ganhou forma.

Com a estrutura definida, faltava desenvolver a história. Rapidamente engendrei a trama, inspirando-me nas verdadeiras famílias dos protagonistas e nas pessoas da Ericeira que me eram próximas para criar as personagens secundárias: familiares, amigos e até os vilões – com as necessárias adaptações, como é óbvio.

Tentando não repetir nomes, todos os frequentadores da Ericeira e arredores que me eram conhecidos estavam desde aquela altura “convocados” para me darem ideias para a criação de uma nova personagem das minhas histórias.

Alguns mais perto do que são na realidade, outros totalmente diferentes, mas alguma coisa de cada um iria lá estar…

 

publicado por Marina às 23:34
Quarta-feira, 04 / 05 / 11

"Clube dos Exploradores"

Já sabia que queria escrever histórias de mistério e aventura, passadas na Ericeira e protagonizadas por um grupo composto por oito jovens e dois cães.

Mas só isso ainda era muito pouco…

Pensei, então, que esse grupo iria formar um clube, o “Clube dos Exploradores”!

Esse clube teria uma sede para as suas reuniões e nada melhor para tal do que basear-me na gruta que existia no jardim da casa de uma das minhas sete amigas, onde tantas vezes também nos tínhamos reunido.

E, como qualquer clube secreto que se preze, também os “Exploradores” iriam ter uma senha secreta para entrar na gruta e, consequentemente, na aventura…

 

publicado por Marina às 23:26
Quarta-feira, 04 / 05 / 11

O local

Para local central da ação, optei por não criar nenhum lugar fictício, mas sim aproveitar um dos magníficos sítios que, felizmente, ainda possuímos.

Decidir qual seria o eleito também foi tarefa fácil: a Ericeira!

Era nesta bonita vila piscatória, situada no concelho de Mafra, que passava todas as minhas férias desde que me conhecia por gente. Nos últimos anos também todos os fins de semana e outros dias de descanso.

Fora na Ericeira que conhecera as minhas amigas e era lá que sempre nos divertíamos e já tínhamos vivido momentos únicos e várias peripécias.

A vila azul, como lhe chamam, é decididamente o meu local de eleição, com tudo o que tem para oferecer: belíssimas praias e espaços rochosos cheios de iodo e cheirinho a maresia, um fantástico porto de pesca, antigas fontes, parques e outros locais para diversão, ruas pitorescas, comércio tradicional, excelente gastronomia e pessoas maravilhosas.

Era ali que tudo se iria passar…

 

publicado por Marina às 18:35
Quarta-feira, 04 / 05 / 11

Personagens principais

Depois de encontrado o género que se quer escrever, há que definir outra coisa fundamental: qual ou quais os protagonistas.

Decidi que, há semelhança dos livros da minha infância, também as minhas histórias seriam protagonizadas por vários jovens aventureiros.

E não foi difícil compor as personagens, pois tenho o privilégio de possuir, desde os 17 anos, um grupo de sete amigas: Fedra, Rita BF, Elsa, Patrícia, Rita G, Joana e Rita B.

Foi nelas que me inspirei e baseei, com as devidas alterações, claro!

Para não haver confusão de nomes, juntei as três Ritas numa só personagem e assim surgiram as cinco meninas das histórias.

Mas faltavam rapazes para completar o grupo. De imediato, lembrei-me de dois dos irmãos da Fedra, o Miguel e o Tiago, e de um amigo deles, o André.

Depois seguiram-se as mascotes. O Marty era o pastor alemão que possuía na altura e a Gi a boxer que pertencera à Joana – estava resolvido!

 

publicado por Marina às 18:24
Terça-feira, 03 / 05 / 11

A ideia

 

Decorria o ano de 2000 e eu relia, em nova edição, a primeira aventura de “Os Cinco”, da escritora Enid Blyton que tanto contribuiu para as minhas leituras de criança.

Como cenário tinha a ria de Aveiro e, tendo eu o nome de “Marina”, sempre encontrei na água uma fonte de inspiração.

Talvez por isso me tenha vindo à cabeça:

“E se eu escrevesse uma história deste género?”

Passei o resto do dia a matutar na ideia e ela foi ganhando forma: primeiro as personagens, depois o local da ação e por aí fora…

E o projeto nascia!

 

publicado por Marina às 22:41
Terça-feira, 03 / 05 / 11

Apresentação

 

Chegando ao terceiro livro da coleção “Clube dos Exploradores”, pensei estar na altura de iniciar um blog.

E então, cá está ele!

Aqui, posso partilhar convosco todas as ideias e pormenores que deram origem à criação e evolução deste projeto.

Além disso, este testemunho será uma forma de deixar para a posterioridade um registo desta enorme aventura.

Mas, o mais importante: ficarei à espera de todos os vossos comentários e opiniões…

Um grande beijinho!

publicado por Marina às 22:04
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