Clube dos Exploradores

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Sábado, 23 / 07 / 11

Duração

Foi durante cerca de oito meses que me entretive às voltas com a primeira aventura do “Clube dos Exploradores”.

Como já referi, embarquei neste projeto a 15 de Abril de 2000 e foi no último dia desse ano, antes de ir comemorar a passagem para 2001, que no meu caderno escrevi as últimas palavras da história:

“- Uauf! Uauf!”

 


publicado por Marina às 20:44
Quinta-feira, 14 / 07 / 11

Emoções

Numa das escolas onde tive o prazer de apresentar o projeto “Clube dos Exploradores”, uma das alunas perguntou-me, em relação à primeira história, qual dos capítulos tinha gostado mais de escrever.

Sem hesitação respondi que gostei de escrever todos, mas que houve um que, sem dúvida, foi o que me deu maior gozo criar…

Trata-se do capítulo 16, “Encontros no Campo Grande”.

Lembro-me, perfeitamente, de ter ficado com o coração acelerado quando escrevi o excerto que a seguir partilho convosco:

“(…)As três amigas espreitaram, por entre os ramos do arbusto, para observarem o rapaz. Ele olhou naquela direcção e elas sentiram-se gelar, com medo de serem descobertas!

Mas o rapaz desviou-se, ficando, precisamente, sob a luz do candeeiro.

Ao vê-lo, tão nitidamente, a Fedra abafou um grito, tal foi o susto que apanhou...

A Rita pôs-lhe a mão na boca e só a tirou quando o rapaz desapareceu, na escuridão.

- Descobriste quem era? – perguntou a Joana.

A Fedra estava tão nervosa que até gaguejou (…)”

Mesmo sem se tratar da parte crucial da aventura, esta passagem pelo jardim do Campo Grande é decididamente muito importante e provocou-me uma enorme emoção ao ser escrita.

 

publicado por Marina às 20:40
Sábado, 09 / 07 / 11

Homenagem

Também baseado em factos bem verdadeiros mas mais em jeito de homenagem, escrevi o capítulo 18, “Bravo, Fedra!”.

Como já referi, a personagem do avô da Joana foi inspirada no meu próprio avô, o avô Serafim: também ele arranjava espingardas; também ele tocava violino.

O avô Serafim foi sem dúvida uma grande inspiração que acabou por ser crucial para o desenvolvimento da história e, naquele capítulo, aproveitei para reviver um pouco da minha infância, em grande parte passada na sua oficina (sempre desarrumada, como mostram as fotos – tiradas já depois da sua morte mas da maneira em que a deixou) e na arrecadação do quintal (que chegou a ser utilizada como sede do meu próprio clube – o “Clube de Fãs dos Duran Duran”, imagine-se!!!).

 

 

 

publicado por Marina às 18:51
Sábado, 09 / 07 / 11

Factos verídicos – Um dono para o Jimmy

À semelhança do que acontece na história, em que Fedra, Joana e Rita procuram um dono para o cachorrinho Jimmy, depois de terem assistido ao concerto dos GNR, também nós (eu, Rita e Joana) andámos, depois do espetáculo, à procura de um dono… mas para um gatinho.

Esse gato acabou por ficar em Loures, na casa dos meus avós que o chamaram de Lecas.

Por essa razão também as três Exploradoras irão passar por Loures e, embora na história o Jimmy não fique lá, foi esse facto que inspirou a ficção.

Por não ter nenhuma foto do “terrível” Lecas, deixo-vos uma do Freddy (muito parecido com ele) – o gato dos meus pais que deu origem a um dos gatos da Rita.

 

publicado por Marina às 18:48
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